A ideia do projeto surgiu a partir do desafio de criar um jogo figital (físico + digital) para indivíduos com deficiência visual. O foco do jogo foi baseado na hipótese de que jogos projetados ou adaptados para pessoas com deficiências visuais contribuem para a inclusão desses indivíduos em instituições de ensino, portanto, a brincadeira tem intuito educacional.

O projeto passou por diversas pesquisas,com infográficos e pesquisa de similares, processos e adaptações, com o canvas de modelagem prática e o protótipo não funcional, até chegar no resultado final. Ele combina design inclusivo, experiência sensorial (sonoros) e componentes físicos táteis, criando uma dinâmica acessível e empolgante para todos os públicos — incluindo pessoas com deficiência visual, parcial ou total.

Este projeto reforçou minha compreensão sobre o papel do design como ferramenta de inclusão social, evidenciando como soluções acessíveis podem promover participação, autonomia e aprendizado. A experiência também ampliou meu olhar sobre o potencial do design figital em criar vivências educativas que respeitam diferentes formas de percepção e interação com o mundo.

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